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domingo, 20 de julho de 2014

Trekking e acampamento selvagem - ponto mais alto de SC.2/3

 Inicia-se o segundo dia e para variar estava muito frio, copo que deixamos do lado de fora da barraca estava congelado.


Geada no chão.
 Procuramos acampar próximo a vegetação para nos proteger do vento.

acampamento no segundo dia

Toalha que deixamos pendurada do lado de fora estava congelada

Gelo da barraca
Gelo da barraca

Geada

Chocolate quente para aquecer a partida.

Inicio da caminhada

Caminhada
Ja era 7 da manha quando partimos sentido ao morro da Bela vista, ponto mais alto de SC. Naquele dia a temperatura no local chegou a -8,8 °C.

morro da bela vista




Momento de oração, meditação, e agradecimento a Deus, por ter saúde e oportunidade de vivenciar e deslumbrar este lugar.

Morro da bela vista

 Não se engane com as imagens, tudo parece muito facil de se caminhar, mas na verdade boa parte é coberto por estas esponjas, e banhado, algumas esponjas sao resistentes e suportam o peso de uma pessoa mas outras nao, isso significa que numa passada você pisa e sobe meio metro do chao e na outra voce afunda meio metro a perna na esponja, muito esforço nos joelhos, isso somado ao cansado da caminhada e uma mochila de 15kg nas costas resulta a desequilíbrio constante pois as pernas ja nao obedecem mais, a queda em alguns pontos é natural por causa da mochila que acaba te jogando para os lados, ai é sorte para não molhar a bunda, porque os pés ja estão encharcados desde o inicio da trilha.



Esponjas

Terreno por onde caminhamos

Campo das esponjas
 Lá atras na foto abaixo é possivel ver o morro do chapeu, nosso proximo destino, parece tao longe e inalcançável. Mas o jeito e caminhar.
Ao fundo morro do chapeu.

Caminho percorrido

Morro do chapeu


Cachoeira antes do morro do chapeu


estrada de acesso ao morro do chapeu

caminho percorrido

em cima do morro do chapeu.
 Lá atras morro do perdido, nosso proximo destino.


trilha fechada, muita dificuldade para passar. Mochila engatava em tudo.

proximo ao morro do perdido
Mato fechado
ponto de mato fechado que passamos
 Passamos por trilha fechada gastamos muita energia e depois descobrimos que tinha uma trilha aberta bem facil de atravessar. HHehehehe, isso que da querer ir na frente sem saber o caminho.

ponto de mato fechado que passamos no fim ate uma pedra de quase 3m de altura tivemos que escalar, estávamos exaustos 
caminho percorrido, estávamos la atras no morro do chapéu
Galera dos desbravadores 
Terceiro dia de acabamento
No segundo dia andamos um pouco mais cerca de 15km, o sol saiu muito rápido porque estávamos cercado por morro, era 16:30 e já não batia mais sol no acampamento. O frio bateu e corremos para dentro da barraca para se esquentar, algum tempo de conversa e rizadas e logo o cansaço venceu e adormecemos.



Continua...

domingo, 23 de março de 2014

Casa Pueblo - Punta Ballena - Uruguay


Casa Pueblo (-34.906882, -55.044565) um lugar imperdível de se visitar quando ir a Punta del Este, para entrar pagamos na época o equivalente a 16,00 reais por pessoa.


O ponto mais importante e mais famoso para se visitar em Punta é a Casapueblo, onde o artista plástico uruguai Carlos Páez Vilaró, conhecido e premiado no mundo inteiro, mora. Seu ateliê fica na parte mais alta da casa, que tem ainda um restaurante e um hotel.

Esse obra arquitetônica nada convencional, localizada em Punta Ballena, há 15 km do centro de Punta del Este, começou a ser construída em 1958, a partir de um cômodo feito de latas. Mais tarde foi revestido com ripas de madeiras que vinham de navios naufragados.

Anos depois o artista descobriu a receita que daria a cara e o estilo que a casa tem até hoje. Com cimento e cal, "pregou" uma espécie de tela de galinheiro nas paredes de madeira e pintou sua casa, feita toda à mão, de branco. A intenção foi dar contraste com o céu e o mar.

Vilaró se define como um "fazedor de coisas". Infiltra-se em todos os campos das artes plásticas que lhe chamam atenção. Já fez tapeçaria, pintura em mural, cerâmica, arquitetura, pintura e escultura. Tem uma ligação muito forte com o Brasil e uma forte influência africana em suas obras. Vilaró diz que quando visitou a Bahia, em 1956, encontrou a África inteira lá.

Uruguaio, Vilaró acredita fazer parte do sol e diz que a arte e a vida são como um largo caminho cheio de portas que devem ser abertas para descobrir o que há por trás de cada uma. Para ele, sempre falta algo, sempre há portas para serem abertas.

Fonte :
http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americadosul/uruguai-punta_del_este-casapueblo.shtml


Deixamos para ir a casapueblo no ultimo dia do ano. Um pouco antes da virada. Como ja sabiamos que o por do sol demora para acontecer em Punta por ter visto comentarios de outras pessoas que foram ao local, deixamos para ir as 19:00 horas, mas mesmo assim esperamos bastante para poder apreciar o por do sol e a belíssima poesia de Vilaró.

Casapueblo


Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Sala de cinema
 Nesta sala é passado um filme narrado pelo proprio Vilaró onde conta sua historia, o audio é espanhol com legenda em ingles. Se você nao entende bulufas de nenhum dos dois ai fica complicado apreciar o video.

Casapueblo
 Deck aberto ao publico para vista do por do sol.

Casapueblo
 Galeria de arte onde é possivel comprar mandalas e quadros do pintor.
Casapueblo

Galeria de arte - Ao fundo quadro de Vilaró com Pablo Picasso

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo
 Obra de Pablo Picasso dedicada ao seu amigo Vilaró

Casapueblo
  Obra de Pablo Picasso

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo
 Parte da casa restrita aos hospedes do hotel.

Casapueblo
 Parte da casa restrita aos hospedes do hotel.

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

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Casapueblo
 Nathaly aguardando o sol ir dormir..como ela mesmo chama o por do sol.

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo


Casapueblo



Casapueblo

Casapueblo
 No dia que fomos estava muito tranquilo o lugar, para voces terem uma ideia um dos 3 decks de apreciação ao por do sol estava, disponível só para nós. A Nathaly nao aguentou o sono e dormiu no sofá, se fosse num outro dia isso não seria possível pois o movimento de visitantes é grande.


Casapueblo

Casapueblo
Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo



Casapueblo

Casapueblo

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Casapueblo



Casapueblo

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Casapueblo


Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

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Casapueblo

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Casapueblo

Casapueblo

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Casapueblo

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Casapueblo

Casapueblo

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Casapueblo


Casapueblo

Casapueblo


Casapueblo


Casapueblo

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Casapueblo


Casapueblo

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Casapueblo

Casapueblo

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Casapueblo

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Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo


Casapueblo



Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo

Casapueblo




E por fim tivemos uma surpresa, fiquei muito feliz de poder conhecer pessoalmente Vilaró e ainda conseguir tirar uma foto. A casa ja estava fechando e a maioria das poucas pessoas que ali vieram no dia ja tinham saido. Uma mesa com frutas e bebidas para confraternização dos funcionários da casa estava posta, e Carlos que iria participar da festa de virada, deu o ar de sua graça. Foi uma oportunidade inesquecível e unica conhecer esta pessoa, fiquei ate emocionado pois a sua arte está em cada canto da sua casa, com delicadeza em detalhes e simplicidade o lugar encanta a quem visita. Assistir o por do sol ouvindo Carlos Paés Vilaró declamar a poesia de agradecimento ao sol foi lindo. Eu não consegui parar de tirar foto, voces podem notar que ate mesmo para postar aqui ficou difícil as fotos ficaram incríveis, algumas parecem uma pintura. Eu adorei.



Essa é minha Homenagem ao grande homem Carlos Paéz Vilaró que deixou seu legado ao mundo, que veio a falecer quase dois meses depois da nossa visita,  no dia 24/02/2014. Que descanse em paz!